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Foto Legal

caixao_cachorro

Um inventor chinês criou um caixão de madeira especial para funerais de cães e mostra durante exposição em Pequim.

 
Destaques arrow Noticias arrow Fotos e vídeos do jacaré assassino, que devorou menina de 11 anos em Guajará Mirim, RO
Fotos e vídeos do jacaré assassino, que devorou menina de 11 anos em Guajará Mirim, RO PDF Imprimir E-mail
11 de fevereiro de 2010

Clique sobre a setinha de "play" para assistir.

Aproveitando o forte calor do último domingo (07/02), várias pessoas estavam tomando banho no igarapé do Primeiro, no bairro Triângulo em Guajará Mirim, cidade que faz fronteira com a Bolívia. No auge da diversão dos banhistas, uma tragédia. Um jacaré de aproximadamente 5 metros surge no meio das águas e agarra com suas mandíbulas uma criança de 11 anos, identificada como sendo Gigliane do Nascimento Bira, que lá estava em companhia de um irmão de 16 anos.

O animal se aproximou sem que ninguém percebesse e, após agarrar a menina, desapareceu nas águas. Apesar da presença de outras pessoas no local, ninguém pôde fazer nada. Um pescador que no momento estava nas proximidades disse aos policiais militares e à equipe dos bombeiros,  que ainda chegou a ver a fera com a menina na boca, mas logo desapareceu.

Desde o momento desse triste fato,  a polícia ambiental, corpo de bombeiros, polícia militar e pessoas da comunidade  passaram a procurar o animal e o corpo da vitima, que era moradora do bairro Triângulo. Durante toda a tarde, até as primeiras horas da noite, equipes de bombeiros, utilizando equipamentos especiais, realizaram mergulhos no local.

Segundo a corporação, o ataque ocorreu por volta das 13h30 e somente próximo às 21h, após esgotadas as tentativas de capturar o animal, a Polícia Ambiental localizou e abateu o jacaré para recuperar o corpo da jovem. Assim chegou ao fim o rosário de sofrimento da família da estudante.

Reforço "Pirata"

“O rei dos lagos e do rio Mamoré”, um jacaré-açu, medindo quase 5 metros foi morto com oito tiros de fuzil e escopeta quase oito horas depois que atacou a filha dos agricultores Rosinete do Nascimento e Alfredo Bira, moradores da Reserva Extrativista e Agro-florestal Alto Rio Ouro Preto. 

O funcionário do Instituto de Defesa Agropecuária de Rondônia (IDARON), Júlio Antônio da Costa Freitas, 47 anos, chamado por um associado de uma Cooperativa de Moto-Taxista. Segundo ele, “Pirata” – como é conhecido nesta parte do Estado – “seria o único que poderia caçar e matar, com precisão, qualquer fera que habitem os rios de Guajará-Mirim”. E não deu outra: Pirata juntou-se à equipe do Comandante do Batalhão Ambiental, sediado em Guajará-Mirim, sargento PM, Jilmar Nunes de Oliveira.

Como foi a captura do jacaré

Na saída de um furo, na região onde a vítima foi atacada, apesar da escuridão, ele armou uma “malhadeira” para impedir a fuga do animal. De olho na formação de “bolhas” e pequenos “banzeiros” vindos do fundo do igarapé, “Pirata”, com a ajuda de outros membros da equipe de busca, afirmou que, “logo no primeiro tiro,  atingiu a fera que, por ironia do destino, emergiu e exibiu a vítima ainda presa à boca”.

Na ação sucessiva de tiros, foram atribuídos ao sargento Jilmar, da Polícia Ambiental, mais quatro tiros de fuzil disparado contra o animal. Segundo “Pirata”, na fuzilaria de sua autoria, “fiz o trabalho com raiva, com ódio e me senti um justiceiro” em face da violência suprema com a qual Gigliane foi tragicamente trucidada pela fera dos lagos e rios de Guajará-Mirim. Ele descartou, no entanto, que, “a vítima tenha sido morta por afogamento”; e sim, depois de ser “mastigada e lançada ao fundo e à superfície por várias vezes”.

O corpo de Gigliane do Nascimento Bira, de 12 anos, foi necropsiado nessa mesma noite por uma equipe de médicos do Hospital Regional e liberado à família para ser velado à Rua Costa Marques, s/n, região central desta cidade. O sepultamento aconteceu no Cemitério Municipal Santa Cruz.

Bairros alagados

Sempre que o nível do rio Mamoré e Pacaás Novos atinge sua capacidade máxima – que oscila entre 11,5 e 13 metros -, a zona ribeirinha da cidade de Guajará-Mirim alaga. As partes mais baixas da malha urbana da cidade, segundo dados fornecidos por agentes militares da Marinha Brasileira, “os bairros Cristo Rei, Tamandaré, Triângulo e Santo Antônio, são os mais atingidos pelas cheias”. Com isso, “a migração de animais peçonhentos e répteis é intensa”.

A presença de jacarés das espécies Açú e Tinga – este de menor poder de ataque e destruição da fauna e da espécie humana – aumenta consideravelmente. Inclusive, vitimando pessoas que freqüentam áreas alagadas, como a que perdeu a vida a menor Gigliane.

Celebridade

Exposto ao público, no pátio da Polícia Ambiental, na zona central desta cidade, o jacaré que atacou a menor, “virou celebridade”, ironizou um popular que rompeu o cordão de isolamento e tirou fotos com o carrasco de Gigliane do Nascimento Bira, para mandar para amigos e parentes pela internet. Mas, ao longo do que viu, a mesma pessoa deixou cravado um forte apelo às autoridades: “Como o brasileiro só fecha a porta depois de roubado, está hora das autoridades interditarem as áreas de alagação e proibirem, literalmente, o uso dos igarapés e furos como se fossem balneários’. Pelo menos, no período das enchentes, arrematou.


A criança foi levada ao necrotério do Hospital Regional para Necropsia e o jacaré abatido foi conduzido para sede da polícia ambiental. (Fonte: Rondoniaovivo.com)

 
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